31 de mar de 2011

Ajudante nova

Ontem eles selaram a tal porta... e a noite subi na obra com o Fabio para ver como estavam as coisas, a gente não costuma levar a nenê lá, mas ontem levamos e ela ficou doida quando viu o rolinho do pintor! Tivemos que deixar ela passar um pouquinho na porta... rsrsrs Ganhamos uma ajudante!

30 de mar de 2011

Entrada de serviço

Ter entrada de serviço em um apartamento é legal, tem mil vantagens... mas isso quando ela não é exatamente do lado da entrada social. Perde um pouco a função, ainda mais para nós que aumentamos a sala... definitivamente não rola uma sala com duas portas para o mesmo hall, né? Rsrs Então a nosso ideia é fechar aquela porta e deixar por dentro só parede mesmo. E naquele espaço vamos aproveitar e fazer um armário.


O problema é que por fora temos que manter a porta por causa do padrão do condomínio... Como nossas portas ainda eram do padrão antigo do andar, resolvemos aproveitar e trocar para as novas de mogno, o problema é que veio da porta social de mogno e a de serviço veio de imbuia. Erro meu, sei lá, as vezes me da uns brancos! rs


Enfim, a alternativa que o nosso síndico, Marcelo, e o empreiteiro, Edimar, arrumaram foi de comprar apenas a folha de mogno e revestir a parte de fora da porta que será inutilizada, afinal, não vai ter uso mesmo. Hoje começou a transformação da porta, tiraram a maçaneta antiga e rasgaram a porta toda por dentro com a makita para o revestimento poder aderir naquele material. Aiiii, será q isso vai dar certo? Vamos aguardar os próximos dias né.... rsrsrs

27 de mar de 2011

Vídeos!!

As vezes tenho a impressão que as fotos não estão mostrando exatamente como estão as coisas por aqui, por isso resolvemos fazer vídeos!! Assim dá para ter mais noção do tamanho da loucura!! RS Enfim, são vídeos feitos no celular mesmo, então por favor desconsiderem o balaço e etc.

Parte 1


Parte 2

25 de mar de 2011

Planta e impermezbilização

Para o pessoal que está meio perdido e não entende direito o que estamos fazendo no apê, está aqui a planta original e abaixo a planta que estamos fazendo.




Na planta nova tem grande participação do arquiteto Ricardo Petrenko, que eu sempre falo aqui e indico para quem estiver por ai precisando de um profissional.

Agora atualizando a agenda da obra: Vizinhos, podem ficar sossegados, estamos impermeabilizando os banheiros!! RS
Esse aqui é com o impermeabilizante normal:





E esse é com um impermeabilizante bem forte, indicado para caixa d’água. Como esse banheiro é novo, achamos melhor colocar algo mais forte.

24 de mar de 2011

Depurador e cano!

Alguém ai tem um depurador de ar que ama de paixão? Tô precisando de dicas para poder escolher o nosso. Quero um que ocupe pouco espaço pq vai ter armário em cima, e nada de ter duto. Alguém ai?? Dicas! Dicas! Dicas!

Ooooooootra coisa, ontem eles fizeram o desvio do cano da sala! Dá uma olhadinha na primeira foto do post anterior, lá estava o nosso cano largo no meio da sala, agora o Edimar conseguiu diminuir um pouco o diâmetro dele e desviar pela coluna. Deu para fazer isso pq moramos no último andar e em cima da gente só tem o zelador. No caso desse cano é onde desce a água da pia do zelador, como não é algo com muito volume de água e nem muita pressão deu para eliminar o cano de 10cm e colocar um pouco mais estreito e esconder na coluna... a tal coluna que será a lousa da nossa filha.



23 de mar de 2011

Andamento

Parece que já chegamos naquela fase em que parece que a obra não anda. Mas na verdade ela está andando sim... mas por dentro das paredes. Atualmente eles estão concentrados na parte hidráulica.

Agora vão ter que desviar pela coluna esse cano, que atualmente está no meio da nossa sala:



Agora estão fazendo os pontos do meu banheiro e ali no fundo é o que vai ser o nicho do Box:



Como dá p ver já fizeram um pontos do banheiro da minha avó:

Esse que aparece na foto do meio é um dos personagens da nossa reforma, o Ronaldo.

21 de mar de 2011

O dia em que eu voltei a voar


Eu voei. Essa informação bastaria, mas, apesar de não ser o foco desse blog, eu quero me alongar.

Quando eu era pequena, voei várias vezes sozinha. Eu amava. Entrar no avião era um dos grandes momentos das férias, achava o máximo. Mas eu cresci, com isso a vida colocou algumas pedras no meu caminho e eu não consegui lidar com elas da maneira ideal e canalizei todos os problemas em um foco só, o avião. Eram dificuldades de diferentes coisas, mas muitas vezes a “obrigação” de ser forte faz a gente esconder os problemas no dia a dia e projetar tudo em uma coisa.

Eu desenvolvi uma fobia, uma doença. Não foi do dia para a noite, foi aos poucos, assistindo TV, escutando relatos de amigos ou de profissionais não muito bem orientados, sendo uma pessoa ansiosa... Esse acúmulo de informações truncadas somadas a algumas turbulências foram crescendo e se tornaram algo desesperador e que atrapalhava a minha vida. Vale dizer que medo e fobia são coisas diferentes, a fobia faz a gente passar mal de verdade. Nosso corpo entra em um processo químico que precisa ser interrompido, mas para isso são necessárias algumas técnicas, e essas eu não conhecia.

Além disso, tem aquelas frases que a gente sempre escuta:
Uma jornalista que trabalha com turismo não pode ter medo de avião.
Uma mãe que quer criar a filha direito não pode ter medo de avião.
Uma mulher que quer conhecer lugares com o marido não pode ter medo de avião.
É nove vezes mais seguro andar de avião do que a pé.
O avião é o segundo meio de transporte mais seguro do mundo, perdendo só p o elevador.
Os pilotos da ativa passam por treinamentos a cada 6 meses.
As aeronaves têm manutenção preventiva continua.

Mas para o fóbico essas informações não significam nada. NADA. O medo parece que vem de forma irracional de algum lugar lá no fundinho do subconsciente e atrapalham a nossa vida.

Depois de 4 anos sem voar eu achei que isso estava passando do limite e procurei por ajuda especializada. Descobri que no Brasil existe uma psicóloga que trabalha só o medo de avião, a Dra Elvira Gross. Entrei em um grupo e fui fazer o curso. Primeiro acontecem encontros do grupo no consultório, todo mundo fala da fobia e recebemos algumas informações importantes; depois temos palestras com comandantes, uma no consultório, outra no hangar da Gol e a última no simulador de voo. No hangar acontece uma experiência interessante, a gente conhece a parte de manutenção da empresa, conversamos com esses profissionais... no simulador passamos por situações de forte turbulência, curvas acentuadas etc. Sai do simulador apavorada. Depois de 2 meses de curso chegou a hora da prova final, dia de voar. E, eu voei. Se eu tive medo? Sim, eu tive, mas foi um medo controlado, mais racional e sem aquela sensação de “ter um treco”. Foi muito diferente. Como o homem nasceu para andar e não para voar é normal que o ser humano tenha um pouco de medo numa situação dessas, é natural, só não pode virar fobia. Mas conseguir controlar esse medo faz eu me sentir uma pessoa melhor. É voltar a poder ir para onde eu quiser, é romper fronteiras.

É difícil falar sobre isso, as pessoas não entendem direito o que é uma fobia e sempre acabam minimizando a coisa ou julgando como algo sem valor. Eu tb já pensei assim uma dia, mas não é dessa forma que funciona. Hoje eu estou me sentindo vitoriosa, eu consegui. Eu venci. Pode não parecer muita coisa, mas para quem TINHA fobia, é muito. Consegui, meu mérito, minha dedicação, minha força de vontade. Tô me achando? Hoje eu posso! Rsrsrs

Quando eu vou voar de novo? Bom, vamos com calma que o santo é de barro! rsrs Mas prometo que vai ser em breve.

18 de mar de 2011

A ARTE DE NEGOCIAR

Com o avançar da reforma no apartamento 211, algo despertou em mim. Não é o Tigre dos sucrilhos Kellogg's, mas sim a habilidade em negociar preços com os fornecedores dessa obra. A verdade é que as empresas sempre passam valores acima, pois sabem que o consumidor vai barganhar. Mas eu subo um andar a mais e uso técnicas extremistas para conseguir o preço desejado.

Na Todeschini, por exemplo, o gerente da loja estava irredutível em fechar a proposta por R$ 1 mil a menos. Eu levantei da cadeira e falei: “Amanda, pega as coisas e vamos embora”. Ele recuou, mas tentou uma contraproposta. Resolvi apelar e pedi: “Não estou blefando. Vá lá falar com seu deus, que ele consegue”. Batata. Contrato fechado.

Hoje a negociação foi com a Atenua Som, para uma proposta de janelas anti-ruído. Já fui munido de outros 3 orçamentos. A vendedora usou a tática de diferenciar as empresas pela qualidade. E foi além: “essa outra que você está orçando já mudou de dono 5 vezes, quase faliu”. Não titubeei e fui avançando em direção ao desconto desejado. A vendedora estava na rua, me pediu para fazer umas contas (provavelmente calculando em quanto seu lucro seria reduzido). Enfim, mais um contrato acertado. Não antes de ela soltar um “Meu Deus do céu, não acredito que estou fechando nesse valor”.

E tem aqueles fornecedores que bancam logo de cara o preço final e dizem que já estão no limite. Você não fraqueja, agradece e diz que vai pesquisar mais. Bingo! O fornecedor inflexível de outrora passa a te ligar dia sim dia sim para formalizar nova proposta.

E assim vamos montando o 211, economizando reais que serão valiosos mais pra frente. Nos momentos decisivos da compra vale de tudo, incluindo chantagem emocional. Porque na vida nada se cria, tudo se negocia.

14 de mar de 2011

Graduação em Reforma do Lar

Sinto-me estudante novamente. Não é segredo pra ninguém que a Amanda entende muito mais do assunto “obras e reformas”. É só descer a barra de rolagem e vera diferença do teor dos meus posts para os dela. Eu fico com as piadas; ela, com a parte técnica. É um dueto funcional, mas injusto.

Por isso mesmo, me obriguei e fui obrigado a me inteirar mais de todos os detalhes que envolvem essa grande reforma do apartamento 211. E a experiência tem sido positiva. Ainda patino bastante em alguns tópicos e acabo cometendo deslizes, como medir uma janela em polegadas, e não em centímetros. Ou falando “sinca” sempre que quero me referir a “sanca” (agora mesmo não sei ao certo se troquei mais uma vez, ou se está correto).


Enfim, ainda tenho algumas notas vermelhas no boletim, mas já comecei a participar mais ativamente. Não à toa, lembro de materiais que ainda não foram comprados, escolho o melhor estilo da porta e tive papel decisivo sobre a metragem do banheiro principal. Pelo menos é isso que declaro quando me auto-entrevisto.

Talvez a explicação de boa parte do meu desconhecimento esteja na minha criação. Longe de abrir esse espaço para uma terapia de grupo (apesar de já o ser), mas entre um parafuso e um livro, meu pai sempre me recomendou o segundo. Sou muito grato a essa orientação, mas isso provocou um buraco nas minhas habilidades braçais. Sim, a maior responsabilidade é minha. Afinal, poderia ter mergulhado naqueles cursos do SENAC que abrangem de tudo – de torneiro mecânico a diplomata.

O resumo da obra é que me viro bem como jornalista, mas não saberia nem por onde começar a montar uma banca de jornal. A busca agora é encontrar o equilíbrio. Continuar fiel á literatura russa, ao mesmo tempo em que consigo compreender a instalação completa de conduítes (aqueles caninhos amarelos que vão no meio da parede, certo?).

O objetivo final é passar de ano. Voltar ao apartamento 211 graduado em reforma do lar. Com sorte, levo um diploma. E aí peço ajuda da Amanda para pregá-lo na parede sem furar nenhum cano...

13 de mar de 2011

Batente

Batente é uma coisa muito mais complexa do que eu imaginava. Sim, eu estou realmente falando daquele acabamento entre a alvenaria e o vão de passagem das portas! A gente nem dá muito valor para ele no dia a dia, mas na hora de uma reforma ou construção devemos ter atenção para isso.

Nosso empreiteiro pediu para eu comprar as portas e os batentes... legal, lá fui eu. Mas qual o meu critério para comprar esse tipo de coisa? Nenhum, fato. Como escolhi portas brancas, na hora do batente simplesmente olhei p uns branquinhos e falei “quero desses aqui”. O vendedor poderia ter me orientado sobre a questão de qualidade, mas ai estaríamos falando de mais um dos problemas encontrados na Telha Norte, né? E esse não é o objetivo do post de hoje. Enfim.

Depois do compra o Edimar (empreiteiro) me perguntou qual madeira eu tinha comprado e minha resposta foi “uma pintada de branco” kkkkkkkkkkkk. Eu nem fazia ideia do que ele estava me perguntando. Quando os batentes chegaram ele viu que eu tinha comprado de uma madeira chamada PINUS... uma péssima opção. Madeira não é de qualidade e corre o risco do batente empenar. Dá uma olhada nessa foto, só deles baterem um prego para a instalação ela já deu uma lascada:


Outro dia fui em uma loja de material de construção aqui do bairro, e o Betinho (é o cara que sempre me atende lá e foi a pessoa que me salvou aquele dia que precisei de alguém para fazer o carreto do entulho... quando sumiu o carrinho do prédio) ele estava me explicando a diferença das madeiras para batentes e em resumo a dica que eu tenho para dar p vcs é que cedrinho e pinus não prestam para esse serviço, e o melhor é o de PEROBA. E a diferença de preço nem é tão assustadora, o de pinus foi mais ou menos 69,00 na Telha Norte e o de peroba foi 91,00 na Leroy Merlin.





Como ainda faltava eu comprar dois batentes, o que vai ficar entre o corredor e a sala e o do banheiro da minha avó. Fui até a Leroy Merlin e comprei esses últimos dois em peroba. Na instalação dá p ver uma diferença boa, e o fato dele não ser branco não significa nada, é só pintar depois.

Agora uma rápida atualização das fotos:

Essa aqui é a visão geral que temos quando abrimos a porta do apê



Nossa cozinha



Área de serviço



Banheirinho de emprega

11 de mar de 2011

Resumão

Carnaval foi mais complicado do que a gente pensou. Nossa filha ficou doentinha com febrão e os médicos não estavam conseguindo diagnosticar exatamente o que ela tinha... até que depois 3 dias apareceram manchinhas no corpo dela, ai veio o alivio: Ela teve exantema súbito, alguns conhecem como roséola. O nome assusta, mas na verdade é uma doença infantil considerada benigna. Só dá em crianças de até 5 anos. São 3 dias de febre alta, onde os pais devem controlar com anti térmicos pq realmente sobe muito! E no quarto dia aparecem pintinhas vermelhinhas pelo corpo todo, então a febre passa e uns dias depois as pintinhas sobem. Pronto e acabou, não dá mais nada. O problema é que durante os 3 dias de febre alta não existe nenhuma forma de diagnosticar a doença, ela não aparece em nenhum exame (sangue, urina... nada) e não dá mais nenhum sintoma e os pais ficam loucos sem saber da onde vem a febre. E só quando aparecem as pintinhas é que conseguem saber que é o tal exantema súbito.

Enfim, foi uma loucura de carnaval!

Agora já está tudo melhor, a febre passou, as pintinhas apareceram e os pedreiros voltaram a trabalhar pós feriado!!! Vida quase normal.

Hora de atualizar as coisas que aconteceram na obra esses dias.
SÁBADO - Finalmente recebemos uma entrega da Telha Norte com os batentes e o piso da sala e cozinha. Foi ótimo, pena que os pedreiros não estavam lá e eu que tive que receber tudo... mas tudo bem.


Quando fizemos o pedido do material avisamos que temos duas rampas grandes na garagem e que então seria melhor que a entrega fosse feita com a caminhonete que eles tem, pois essa consegue descer as rampas e os funcionários não precisam fazer isso no muque. E vejam onde vieram os produtos:


Enfim, eu avisei... mas dá dó do entregador. A empresa manda um cara só, SOZINHO... ele dirige o caminhão e carrega tudo... cada vez que ele descia as duas rampas carregando tudo, o caminhão ficava lá em cima na calçada aberto e carregado de coisas...


SEGUNDA FEIRA – Lá pelas 10 da manhã chegou a entrega dos canos, que bom, os pedreiros precisavam muito desse material para essa semana. Desci para atender os entregadores da Telha Norte, que foram PÉSSIMOS! Cano é leve de carregar, todo mundo sabe, só são desajeitados por serem compridos com 6 metros, quando cheguei p falar c os caras eles simplesmente queriam deixar o material na área social do prédio, em frente a portaria.E eu respondi super na boa que não pode, o condomínio não autoriza material de obra em áreas sociais. Ai falei que eu ajudaria eles a deixar tudo na garagem... sabe o que fizeram quando falei isso??? Abaixaram, pegaram os canos e jogaram na rampa da garagem, viraram as costas e foram embora. Como se nada estivesse acontecendo, como se eu não estivesse lá, como se isso fosse normal. E gente, é o cúmulo da falta de respeito! Desses eu nem vou colocar foto! Não merecem! A Telha Norte que se cuide!

Lá pelas 13h chegou outro caminhão da Telha Norte, esse veio com a argamassa para o piso... lá fui eu descer de novo pensando “será que dessa vez veio caminhonete p dar menos trabalho???”
Olha o que encontrei quando cheguei lá:







Pelo menos os entregadores eram bonzinhos e ainda perguntaram se eu queria que deixassem duro DENTRO DO APTO. Diferente né? Eles carregaram 13 sacos de massa no carrinho (cada um com 20 quilos, o que dá 260 kg) e desceram o carrinho pelas duas rampas... Enfim, material entregue.



SEXTA FEIRA, vulgo, hoje – Chegou uma entrega da Leroy Merlin com piso dos quartos e dos banheiros, revestimentos dos banheiros e cozinha, portas, mais batentes... e sabem de uma coisa, essa entrega estava programa para dia 15, hoje ainda é dia 11.

Conclusão: A Telha Norte tem um serviço de entrega bizarro, manda sua compra aos poucos, é entregue por pessoas que tem um péssimo treinamento. NÃO RECOMENDO.
Comprem na Leroy Merlin.

7 de mar de 2011

Leroy Maria ou Telha Eduarda

Escolher torneira é difícil? E vaso sanitário com caixa acoplada? E o que dizer então de revestimento da cozinha? Mas se tem algo que se iguala em nível de complexidade é olhar Maria Eduarda livre, leve e solta numa loja de material de construção.

Começa leve, ela topando ficar dirigindo o carrinho específico para crianças. Ela pode buzinar, virar o volante, prender o cinto de segurança. Legal, dura 3 minutos. Logo ela tenta pular do carro em movimento e percebe que tem coisa muito mais fascinante para brincar.

Isso inclui, por exemplo, em abrir todas as tampas de privadas e dizer "OI" para o interior do vaso. Faz eco, ela dá risada e já parte para o próximo. Ela entendeu que lá é a casinha do cocô e se porta como quem já tem intimidade.

Outro desafio que ela se impõe é tirar todos os preços colados com adesivo. Eu fico pensando no final do dia, os vendedores procurando o preço de um porcelanato, ou tentando entender por que uma tomada custa tanto quanto um ventilador de teto.

E tem os extras também. Como a vez que ela se deparou com um mostruário eterno de fechaduras. Um mundo novo se colocou à sua frente. Ela abriu e fechou uns 164 modelos. Depois partiu para os cofres, uma espécie de pós-graduação.

Ou ainda a tentativa de abrir uma torneira até que saia água. Não sai e Maria Eduarda nos olha com cara de "eu não vou lavar minhas mãozinhas?". A gente explica que não, mas ela tenta abrir todas as torneiras da loja mesmo assim.

Normalmente é minha a missão de cuidar da pequena nesses lugares. A Amanda entende muito mais de construção, então os momentos decisivos ficam sob sua responsabilidade. A dificuldade maior é justamente tentar ajudar a escolher o piso da sala, enquanto evito que a Maria Eduarda se jogue numa banheira de 22 mil reais.















Maria Eduarda cogitou em trocar seu chiqueirinho por uma dessas

E claro que ela vira a sensação do lugar. Tem vendedor que muda de humor assim que a enxerga. É engraçado, de forma involuntária, Maria Eduarda nos ajuda a conseguir atendimento atencioso e descontos nas negociações. Alguns atendentes já a chamam pelo nome; outros emprestam a ela a calculadora da loja. Beleza é poder!

No final de um dia de compras, estamos moídos. Na semana passada, começamos as compras às 14h30 e só chegamos em casa às 22h30. Parece que passamos o dia todo no Zoológico, ou num parque de diversões. E como estamos fazendo esse circuito diversas vezes, nossa filha já tem noção do espaço que está pisando. Sabe, por exemplo, onde fica a parte dos lustres da Barbie. E nunca podemos ir embora sem que ela passe por lá e se despeça de todos. É um ritual. Dos mais tradicionais...

4 de mar de 2011

Chegou o carnaval, respire fundo



Quem mora em condomínio sabe, existem regras para barulhos. No nosso só podemos fazer barulhos de obra em dias úteis das 9 as 17h, aos sábados só das 9 as 14h. É justo com os moradores, não posso negar... mas atrasa taaaaanto nossa obra!! Para trabalhar só meio período aos sábados eles acham pouco e acabam nem vindo. Agora no carnaval podem trabalha sábado até as 14h e quarta do meio dia até as 17h, resultado: Eles não vem trabalhar sábado, domingo, segunda, terça e quarta. Muito tempo com a obra parada! Maaaas, como tudo pode ser pior, quem assistiu jornal hoje sabe: “Protesto paralisa Avenida M'Boi Mirim na Zona Sul de SP” Resumo da ópera, não viram hoje também! Serão SEIS dias de obra parada.

Para piorar um pouco a nossa situação, a Telha Norte tem atrasado DEMAIS a entrega de materiais! Gente, não agüento mais ir no SAC... material que era p chegar no dia 1, ontem (dia 3) não estava nem separado, segundo os funcionários do SAC!

Da outra vez que tive problemas com a loja, escrevi aqui no blog mas achei prudente não citar o nome da empresa, mas agora a coisa já saiu do controle! Sim, tenho que citar: TELHA NORTE ATRASA ENTREGA. A única vantagem é que eles não vão fechar nenhum dia no carnaval... sabe o que isso significa? Eu vou lá todos os dias p cobrar minha entrega atrasada. É o jeito. No mínimo preciso que esse material todo esteja aqui na quinta, quando os pedreiros voltam. rsrs Apesar que a moça me ligou de lá agora e disse que vão entregar uma parte sábado e a outra na segunda. Tomara. Vou ficar torcendo.


Aproveitando, vou contar mais uma coisinha que aconteceu essa semana... Os pedreiros são ótimos, mas acidentes acontecem. Segunda feira eles ousaram na decoração do apto embaixo do nosso, apareceu na sala dos nosso vizinhos uma cachoeira... Chique não? Não. Nos deu uma dor de cabeça desnecessária. Os vizinhos ficaram chateados e enviaram uma carta de reclamação para a gente e para o síndico. Claro que sabemos que nós temos que arcar com o custo de arrumar a bolha que apareceu na parede depois de tanta água q escorreu por lá. Mas a gente jamais se negaria a isso... mesmo pq isso já consta no nosso contrato com o empreiteiro. Enfim, recebemos uma carta que além da reclamação tb cita parágrafos e sei lá mais o que da convenção do condomínio. Mas fomos conversar com os vizinhos e tudo está mais tranqüilo, eles viram que nós entendemos perfeitamente os problemas causados... só fico triste que tenha acontecido essa questão de cartinhas via síndico. Enfim... ainda temos bastante tempo de obra e muita coisa pode rolar ainda... vamos ver!

Ah, e segue uma foto das nossas caçambas cheinhas!! Deu uma alivio ver o entulho saindo!! rsrs


3 de mar de 2011

Filha, não risca a parede, lápis é para usar no papel!

São dois exemplos de frases bem comuns no nosso dia a dia. Criança parece q tem atração por riscar parede! Eu, por exemplo, além de riscar tb esfregava a lata de leite ninho e arrancava a tinta da parede. E ai, eu era uma criança fácil? rs Enfim... o tempo passa, o mundo gira e os papéis se invertem. Hoje eu tenho q falar quase todos os dias para minha filha não se aproximar das paredes, caso contrario é risco na certa.
E então uma noite ao chegar do trabalho resolvi subir na obra para dar uma olhadinha básica... eis que me deparo com a agenda de telefone dos pedreiros rsrsrsrs deve ser p eu pagar a língua né? Rsrsrs Eles escrevem tudo na parede! Rsrsrs Bom, ainda bem que são eles mesmo que vão pintar depois...



1 de mar de 2011

Reformar é...

Reformar é... morar em um “acampamento”

Reformar é... não encontrar nada que precisa dentro de casa

Reformar é... assoar o nariz e sair pó de tijolo

Reformar é... acordar de manhã ao som de marretadas

Reformar é... ver o dinheiro escorrendo mais q Fos do Iguaçú

Reformar é... ficar amiga dos vendedores de material de construção

Reformar é... administrar vazamentos na casa dos vizinhos

Reformar é... ficar sem internet e telefone, mas precisar continuar vivendo

Reformar é... nem querer imaginar quanto vem a conta de celular

Reformar é... pagar dois condomínios no mesmo prédio

Reformar é... comprar 300 sacos de areia e não montar uma praia particular

Reformar é... ter esperança que um dia a obra acaba

Reformar é... comprar cotovelos, joelhos, “T”s e não entender como monta

Reformar é... ter um blog e nem sempre conseguir atualizar